Várzea Grande(MT),

10 junho de 2026 - 13:35

Fundado pelo Jornalista Eraldo de Freitas

Aos 04 de abril de 2006

10 junho de 2026 - 13:35

Várzea Grande(MT),

Moedas

Moedas

Dólar: Carregando...

Euro: Carregando...

Libra: Carregando...

Bitcoin: Carregando...

Max Russi participa de audiência no STF e defende solução para famílias da divisa entre MT e PA

Da Redação
2 minutos de leitura
Max em audiência de conciliação sobre divisa com o Pará, no STF. Crédito: Assessoria
Última atualização: 10/06/2026 09:58

A reunião foi determinada pelo ministro Flávio Dino e busca construir uma solução para a situação das comunidades que vivem na região de divisa entre os dois estados, e dependem dos serviços públicos de Mato Grosso.

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), participa nesta quarta-feira (10) da audiência de conciliação convocada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir os limites territoriais entre Mato Grosso e Pará.

A reunião foi determinada pelo ministro Flávio Dino e busca construir uma solução para a situação das comunidades que vivem na região de divisa entre os dois estados, e dependem dos serviços públicos de Mato Grosso. Ao lado do procurador legislativo Bruno Cardoso, Max representa a Assembleia Legislativa nas discussões.

Segundo o parlamentar, o principal foco do debate não é a disputa por terras. O objetivo é garantir atendimento e segurança jurídica para as famílias que vivem na área.

“Essas pessoas usam a saúde, a educação e a infraestrutura de Mato Grosso. Elas dependem dos serviços do nosso estado e precisam de uma solução definitiva”, afirmou.

Além disso, Max destacou que a região enfrenta dificuldades há décadas. De acordo com ele, a área foi demarcada por Marechal Rondon no início do século passado. Desde então, a definição dos limites gerou divergências entre os dois estados.

Para o deputado, a conciliação representa uma oportunidade importante para resolver o impasse. “Precisamos avançar. Ou o Pará passa a atender efetivamente essas comunidades, ou o território precisa ser reconhecido como parte de Mato Grosso. O que não pode acontecer é essas famílias continuarem sem a assistência necessária”, disse.

Compartilhar este artigo