Várzea Grande(MT),

5 junho de 2026 - 08:47

Fundado pelo Jornalista Eraldo de Freitas

Aos 04 de abril de 2006

5 junho de 2026 - 08:47

Várzea Grande(MT),

Moedas

Moedas

Dólar: Carregando...

Euro: Carregando...

Libra: Carregando...

Bitcoin: Carregando...

Paula Calil cobra consciência coletiva e critica descarte irregular de lixo em Cuiabá

Da Redação
4 minutos de leitura
A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil, criticou o descarte irregular de resíduos em áreas urbanas da capital e defendeu maior conscientização da população, destacando a importância do sentimento de pertencimento para a conservação dos bairros. (Foto: Donatto Aquino)
Última atualização: 04/06/2026 19:49

Presidente da Câmara defende sentimento de pertencimento e participação da população na preservação dos bairros da capital

por Lucy Matos

A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil (PL), manifestou preocupação com o descarte irregular de resíduos em áreas urbanas da capital e fez um apelo público para que a população assuma maior compromisso com a preservação dos espaços coletivos. Ao comentar uma situação marcada pelo acúmulo de lixo em via pública, a parlamentar afirmou que o problema ultrapassa a esfera da limpeza urbana e reflete uma questão de conscientização social. Segundo ela, o cuidado com a cidade deve começar pelo respeito ao ambiente onde cada cidadão vive, trabalha e convive diariamente.

Durante a manifestação, Paula Calil destacou que o cenário observado não estava relacionado ao crescimento de vegetação ou à falta de manutenção de áreas verdes, mas sim ao descarte inadequado de resíduos por parte da própria população. A presidente da Câmara classificou a situação como inadmissível e ressaltou que a presença de lixo em ruas, terrenos e espaços públicos compromete a qualidade de vida da comunidade, além de transmitir uma imagem negativa da cidade para moradores e visitantes.

A parlamentar também chamou atenção para a necessidade de fortalecimento do sentimento de pertencimento entre os cidadãos. Na avaliação dela, quando a população desenvolve uma relação de responsabilidade com o bairro onde mora, torna-se mais propensa a preservar os espaços públicos e a colaborar para a manutenção da limpeza urbana. O conceito, amplamente defendido por especialistas em gestão urbana, associa a conservação dos ambientes coletivos à participação ativa da comunidade na construção de cidades mais organizadas e sustentáveis.

O debate sobre o descarte irregular de resíduos tem ganhado relevância em centros urbanos de todo o país. Além dos impactos visuais causados pelo acúmulo de lixo, a prática pode provocar danos ambientais, favorecer a proliferação de vetores de doenças e gerar custos adicionais para os cofres públicos. A remoção de resíduos descartados em locais inadequados frequentemente exige operações específicas de limpeza, mobilização de equipes e utilização de equipamentos que poderiam ser destinados a outras demandas da administração municipal.

Outro aspecto apontado por especialistas refere-se aos reflexos do lixo descartado de forma irregular sobre a infraestrutura urbana. Materiais abandonados em ruas, calçadas, córregos e terrenos baldios podem contribuir para o entupimento de galerias pluviais e sistemas de drenagem, aumentando os riscos de alagamentos durante períodos de chuva intensa. Em muitos casos, problemas ambientais que afetam bairros inteiros têm origem em práticas individuais que, quando repetidas por diferentes pessoas, produzem impactos coletivos significativos.

Para estudiosos das áreas de sustentabilidade e planejamento urbano, a solução para o problema exige uma combinação de fiscalização eficiente, serviços adequados de coleta e campanhas permanentes de educação ambiental. Experiências implementadas em diversas cidades brasileiras demonstram que iniciativas voltadas à conscientização da população tendem a apresentar resultados mais duradouros quando acompanhadas por ações educativas em escolas, associações comunitárias e meios de comunicação. O objetivo é transformar hábitos cotidianos e estimular uma cultura de responsabilidade compartilhada em relação ao espaço público.

Compartilhar este artigo